SÉRIE: Pentecostalismo Clássico e Neopentecostalismo: Qual a diferença? VÍDEO 1: A primeira característica distintiva.

SÉRIE

PENTECOSTALISMO CLÁSSICO E NEOPENTECOSTALISMO – QUAL A DIFERENÇA?

VÍDEO 1:
A PRIMEIRA CARACTERÍSTICA DISTINTIVA

por Roney Ricardo Cozzer

Sobre o que divulgamos…

SOBRE O QUE DIVULGAMOS…

Por Roney Ricardo Cozzer

Queridos(as),

Vocês mesmos sabem que eu desenvolvo várias reflexões de cunho eclesiológico aqui em minha time line (referência à minha página no Facebook), onde, por vezes, critico fortemente aqueles conceitos e práticas que considero desvios do Evangelho na Igreja Brasileira e procuro sempre, na mesma medida, apresentar as saídas possíveis e refletir sobre elas, sempre à luz das Escrituras. Mas, recentemente, me ocorreu uma preocupação em face da enxurrada de posts que vejo no Facebook com frequência realçando coisas ruins na Igreja. É aquele líder evangélico famoso que disse o que não deveria ter dito, casos de bizarrices e loucuras entre evangélicos, escândalos financeiros e morais e a lista prossegue (de fato, é extensa!). De alguma forma, percebo que a nossa insistência em divulgar tanto esse tipo de conteúdo – da maneira exagerada como está – já deixou de ser edificante, reflexiva e até mesmo uma questão de transparência entre nós. Com efeito, o ser humano, por natureza, prefere divulgar mais aquilo que é mal do que aquilo que é bom. É como dizem: “Notícia ruim chega logo”. E com relação à Igreja, afirmo isso pois está claro que nós mais divulgamos coisas ruins do que coisas boas. Mas, será que a Igreja Brasileira só tem mazelas para noticiar? Não temos boas novas para contar à nosso respeito? Afinal, por que continuo na Igreja, mesmo enfrentando ela tantos dilemas?

Pois bem, me proponho aqui a realçar boas notícias e sugerir que você passe a fazer o mesmo. Que tal divulgarmos que há pessoas em nosso meio como a Tia Josi Baptista Drumond que realizam um trabalho relevante com nossas crianças não apenas lhes contando histórias bíblicas, mas mostrando quais as lições podem ser extraídas para a vida delas à partir dessas narrativas? Que tal contar que há pastores, anônimos, sem destaque na mídia, que dedicam sua vida à vida dos outros? Homens e mulheres que não fizeram da obra de Deus um meio de lucro pessoal. Homens e mulheres que gastaram e se deixaram gastar pela Obra de Deus. Eu conheço líderes assim! E você também, muito certamente. Que tal lembrar que há pregadores do Evangelho que possuem uma conduta pessoal e familiar exemplar como o Pr. Rodrigo Souto, que conheço há anos? É bom lembrar disso, já que tantos que passam pelas nossas igrejas estão envolvidos em inúmeros escândalos e mesmo assim continuam ocupando nossos púlpitos. Que tal mencionar que há pessoas como o amigo Rodrigo Chequetto que nos ensinam que indivíduos são mais importantes do que estruturas? Ou ainda, que temos entre nós líderes, comunicadores, entusiastas da Educação Cristã e teólogos como Pr. Nataniron Ribeiro da Cunha, Pr. Jonas Luppi, Pr. Ivan Kleber Santos, Roberto Campista, Paulo Pontes, Ulicelio Valente Oliveira,Vinicius Couto, Pr. Eduardo S. Silva, Pra Iara Duque, Ronaldo Bezerra Bezerra e tantos… Tantos outros que conhecemos e sabemos que são sinceros e insistem NA e PELA Igreja pura e simplesmente por amarem a Deus, a própria Igreja e a sociedade. Essas pessoas – e eu ouso me incluir entre elas – dedicam seu tempo, sua vida e seus recursos financeiros pelo Reino de Deus. Que tal contar que há pessoas como nosso amigo Contador Prado que atuam entre detentos e enfermos levando a mensagem do Evangelho à essas pessoas que, em geral, são marginalizadas e esquecidas pela sociedade? E que tal lembrar que temos entre nós guerreiras como a amiga Marcia Santana que insiste em trabalhar com adolescentes levando à eles valores bíblicos que lhes servirão por toda a vida? Ou ainda, a amiga Leidiane Matos de Souza que insiste em visitar o asilo de velhinhos e levar banquete para eles, quando em geral até as próprias famílias os esquecem nesse lugar? E por que não contar que temos entre nós instituições que realmente amam a Obra Missionária e não fazem dela lucro, como o Ceifeiros Missionários Da Hora Final? Por que não contar que na nossa Igreja Brasileira conhecemos figuras ímpares como o amigo Glauter Cardoso de Oliveira, cujo coração bate forte pela África?

Enfim, são muitos casos inspiradores para nós. Pessoas simples, como eu e você, alguns sem muitos recursos, outros com muitos, líderes e liderados, todos tendo em comum o amor à Deus, à Igreja, ao próximo e à sociedade. São inúmeros os cristãos e os fatos que merecem ser lembrados e contados, ainda que não desobedecendo ao ensino do Mestre em Mateus 6.3. Precisamos lembrar que há esperança para a Igreja Brasileira. Precisamos parar com esse mau hábito de nos deliciar com os fatos ruins à nosso próprio respeito. No máximo, devemos constatá-los com tristeza na alma e lutar para que sejam corrigidos. Há boas novas a serem compartilhadas! Temos excelência entre nós e não só incompetência. Temos pão e não só fermento. Temos azeite e vinho para as feridas e não apenas lanças pontiagudas. E sim, é verdade: temos muitos Judas entre nós, mas ainda encontramos os nossos “Lucas” que nos acompanham até o fim: “Só Lucas está comigo” (2 Tm 4.11 – NVI). E digo mais: na Igreja temos aqueles obreiros fraudulentos, inescrupulosos; são os “Demas” que amam o presente século (2 Tm 4.10), mas é fato também que ainda encontramos nossos “Epafroditos”, “cooperador e companheiro de lutas” (Fp 2.25), aquela safra de obreiros que arriscam a própria vida pela Causa de Cristo (Fp 2.26-30). Conquanto tenhamos joio no nosso meio, o trigo não desapareceu. Embora haja heresias, os sinceros continuam se manifestando (1 Co 11.19 – ARC).

Assim, cumpre perguntar: Não estaríamos nós, eu e você, cometendo o mesmo erro dos leprosos de 2 Reis 7.9: “Disseram então entre si: “Não está certo o que estamos fazendo; hoje é um dia de boas novas e nós estamos calados!”?

Roney Cozzer… apenas um escritor que não deu certo…

Leia também em minha página no Facebook:

SOBRE O BIOCHIP, PROIBIÇÃO DA BÍBLIA NO BRASIL E OUTRAS “COSITAS” MAIS.

Queridos,
Queridas,
Uma coisa muito boa que a Academia nos dá é seriedade na pesquisa e seriedade no compartilhamento de conhecimento. Aliás, isso é uma questão de Ética e de Ética Cristã, anterior à Academia.
Eu realmente lamento muito a enxurrada de posts, vídeos, imagens e áudios compartilhando informações relacionadas ao biochip, à marca da Besta, à proibição da Bíblia no Brasil, etc., etc., VEICULADAS POR EVANGÉLICOS e que, notadamente, não passam de inverdades, em grande medida. Diversos informes não se confirmam e não é preciso ser especialista para perceber que muitas dessas imagens são editadas para dar aquele ar de sensacionalismo. E o que dizer dos áudios com profecias catastróficas sobre o Brasil? A maioria, até o momento, não se confirmou. Houve aquela que predisse uma tragédia no Brasil por ocasião da Copa… Bem, e realmente aconteceu: o Brasil perdeu de goleada para a Alemanha… Outras várias estabeleceram datas. Nada do que foi predito aconteceu! ISSO É UMA VERGONHA E REPRESENTA CONSTRANGIMENTO PARA O POVO DE DEUS QUE CRIA – ELE PRÓPRIO – UMA CARICATURA DE SI MESMO PARA A SOCIEDADE, passando a imagem de um grupo de pessoas paranoico, alucinado e distante da Bíblia. Sou pesquisador da Escatologia Bíblica (doutrina das últimas coisas) há anos e estou convencido de que as Escrituras NÃO NOS AUTORIZAM A “ENCAIXAR” PROFECIAS BÍBLICAS EM EVENTOS REGIONAIS, LOCAIS, CIRCUNSTANCIAIS. Os que fizeram isso sempre causaram constrangimento a si mesmos e à Igreja de Cristo. DEUS É SENHOR DA HISTÓRIA HUMANA, E ELA CAMINHA PARA O FIEL CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS BÍBLICAS. Deus não precisa de nossa ajuda nesse sentido! ELE CONDUZ A HISTÓRIA. Nosso dever, enquanto cristãos equilibrados e sinceros, é “amar a sua vinda” (2 Tm 4.8) e vivermos repletos de esperança, POR SABER QUE ELE VEM (cf. 1 Ts 4.18), e não com medo.
Diante de tanto abuso que tenho visto em torno desses assuntos, lembrei-me de algo muito interessante que ouvi anos atrás: “Pior que um descrente atacando o Cristianismo, é um cristão defendendo mal a sua fé”.

Pense nisso!

Deus abençoe a todos!

Roney Ricardo Cozzer

Podemos aprender com nossos pecados?

O pecado é sempre visto por nós como algo ruim, indesejável, sujo, imoral e tantos outros terríveis adjetivos que poderiam aqui ser incluídos. E o pior é que é verdade! E em relação à ele – sejamos honestos – somos sempre hábeis em identificá-lo nos outros e sempre deficitários em identificá-lo em nós mesmos. Mas verdade seja dita: ele é um flagelo diário com o qual todos nós, sem exceção, convivemos, infelizmente. E para pegar emprestada uma expressão do Mestre, “Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra…” (João 8.7 – Nova Versão Internacional). Digamos que o pecado seja uma “companhia indesejável” para o verdadeiro cristão. E por mais que em muitas situações da vida não se queira admitir, fato é que todo cristão verdadeiro pode ser tentado por aquilo que jamais imaginava que um dia seria tentador para ele. Foi Matthew Henry quem escreveu: “O melhor dos santos pode ser tentado pelo pior dos pecados”. E por favor não vá pensando que este texto pretende legitimar a prática de pecados. Antes, ele está mais para uma constatação de fatos, fatos que fazem parte da vida de um cristão verdadeiro. E embora para este cristão o pecado seja tão indesejável, pois ele almeja sinceramente uma vida santa, ainda sim pode e deve aprender com seus próprios erros. Assim, por mais chocante que possa parecer, podemos e devemos aprender com nossos pecados. Veja:
 
* Os nossos pecados, de alguma forma, trazem à tona essa outra face terrível que sempre existirá em todos nós, e que foi sepultada em Cristo (mas que precisa ser mantida na sepultura!). Não me esqueço de ter ouvido há anos Pr. Joel Machado, em uma de suas aulas, dizer o seguinte: “Tire Jesus um minuto de sua vida e você verá o que é capaz de fazer”. Ele estava certo…
 
* Os nossos pecados, de alguma forma, nos mostram que não somos tão bons assim. Quantas vezes nos apoiamos em nossa formação acadêmico-teológica, em nossas profundas experiências pessoais, em nossa bagagem de vida e feitos ministeriais, em nossas funções, etc. Aí vem ele, o indesejado pecado, e nos leva à lona. Esmigalha nosso orgulho, esbofeteia nossa vaidade tola e se nos tornarmos sensíveis ao Espírito Santo, logo perceberemos que sem Cristo somos “reféns”, simplesmente “reféns” do pecado.
 
* Os nossos pecados nos nivelam aos outros. As pessoas são experts em se colocar acima dos outros, como se vivessem num nível de santidade que as permite olhar de cima para baixo. Nosso pecado arrasa toda essa superestrutura criada por nós mesmos e nos mostra que mesmo pessoas, que jamais imaginávamos que um dia pecariam, podem sucumbir. Os valentes também caem. A lascívia pode ser um gigante maior que Golias. Nessa hora, experienciamos o quão valiosas são as palavras do Mestre em Mateus 5.7: “Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia”.
 
Diante do exposto, sobre este terrível companheiro chamado pecado, só nos resta agarrarmo-nos à instrução daquele que nunca pecou: “Agora vá e abandone sua vida de pecado” (João 8.11 – Nova Versão Internacional). Veja: uma coisa é pecarmos, outra é vivermos uma vida de pecado, sem arrependimento e contrição pelos nossos erros. Portanto, que Deus nos guarde e que não pequemos, mas quando ocorrer, “temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo (1 João 2.1b – Nova Versão Internacional).
 
Roney Ricardo Cozzer

Afinal, o que é um amigo?

Bem, eu responderia da seguinte maneira:
Uma pessoa cada vez mais rara em nossas vidas na “era das relações líquidas”.
Aquele que confronta nossas fraquezas e tendências com vistas a nos ajudar a ficar de pé.
Aquele que conhece nossas falhas, limitações, pecados e carências e mesmo assim continua nos amando.
Amigo é aquela pessoa que embora nos confronte, não estigmatiza. Conquanto evidencie o mal em nós, é sensível para valorizar e realçar nossas qualidades.
Amigo é aquele que não avalia você por questões pontuais apenas. Sua visão sobre nós é holística. Ele vê o todo. Não joga fora o livro por causa de uma frase mal escrita.
Amigo certamente não é alguém que desiste de sua amizade por causa de um conflito. Quando alguém desiste de mim por causa de um conflito me pergunto se algum dia ele foi meu amigo.
Amigo é alguém que fica chateado com você por algum tempo, mas só por algum tempo…
Amigo é aquela pessoa que é capaz de continuar convivendo com você mesmo não concordando nessa ou naquela questão, pois você está acima da discordância.
Amigo é aquele que carrega você no peito mesmo depois que você morre.
 
“Não tenha medo”, disse-lhe Davi, “pois é certo que eu tratarei com bondade por causa de minha amizade com Jônatas, seu pai” (2 Sm 9.7).
 
Roney Ricardo Cozzer

Já tive o bastante, Senhor. Tira a minha vida.

“Já tive o bastante, Senhor. Tira a minha vida; não sou melhor do que os meus antepassados”. Uma afirmação com ar de ironia feita pelo “profeta do fogo”, o profeta Elias. No deserto, fugindo, com medo, frustrado… Afinal, o avivamento do Carmelo não durara muito. Sua causa parecia estar perdida, simplesmente perdida.
Nossa sociedade vive de rótulos. Tem prazer em rotular as pessoas. Sempre nos lembramos de Pedro por sua negação e de Davi por seu adultério. Somos hábeis em identificar os defeitos e falhas alheias e sempre encaramos o presente das pessoas à sombra de seu passado nebuloso, esquecendo-nos de que após uma grande tempestade, sempre vem a bonança. Sim! Pecadores podem tornar-se santos. Elias tem sido criticado por desejar a morte, por ter entrado em depressão, por ter fugido de uma mulher. Todavia, costumo pensar no que o levou a tal estado de espírito. Não era uma causa qualquer… Não! “Os israelitas deixaram a tua aliança…”, ele disse à Deus. Sua preocupação era a preocupação de Deus. Seu coração batia forte pelos interesses do Altíssimo. “Já tive o bastante, Senhor. Tira a minha vida”, assim orou o profeta ao Todo-Poderoso. Que sentimentos profundos estavam sendo revirados no âmago da alma do profeta? Como lidar com a sensação de que seu ministério fora ineficaz em cumprir seu propósito? Como encarar a aflitiva e cruciante sensação de ser o único a sentir-se assim? Como ver a obra de uma vida, que ele julgara muito sólida, implodir-se por detonadores que ele não podia administrar? Como encarar o fato de que o que ele tinha a dizer não interessava a muita gente, embora seu coração pulsasse calorosamente por isso? Nosso coração é um campo de batalha, por vezes. Nossa mente, uma arena de gladiadores. Tal batalha – constante, inalienável para nós, cruel! – trava-se diariamente e por vezes com ímpeto ainda maior. Nessa hora, e agora mais do que nunca, necessário é “sair e ficar no monte” (1 Re 19.11), pois “o Senhor vai passar”. Ele se fará ouvir, não pelo estrondo causado pelo terremoto, nem pelo vento fortíssimo que separa montes ou mesmo pelo fogo, que abrasa, mas sim pelo “murmúrio de uma brisa suave” (1 Re 19.13 – NVI). Esse murmúrio… Há, esse murmúrio! Ele é capaz de desafogar nossa alma fatigante… cansada… agitada… ou como escreveu Bunyan, que vai levando esse “fardo que me esmaga”. Esse fardo esmagador nos serve de algum modo, pois evidencia o quanto somos falhos, sujeitos a errar e o quanto carecemos da graça de Deus… O quanto carecemos de outra vez mais ouvir do Senhor: “Volte pelo caminho por onde veio…” (1 Re 19.15 – NVI).

Roney Cozzer,

apenas um escritor que não deu certo.

A Igreja deve separar-se do mundo… Será?

“Durante muitos anos convivemos com aquele típico discurso de que “a Igreja deve separar-se do mundo”, ou, “o crente deve separar-se do mundo”. Cabe perguntar qual a fundamentação bíblica para tal assertiva, uma vez que é justamente na convivência com o mundo que podemos testificar de Cristo à ele. Por mais que a ideia subentendida nessa frase tão popular entre os evangélicos seja a de que devemos nos afastar das práticas pecaminosas e infrutuosas das trevas, conforme ensina Paulo (cf. Ef 5.11), infelizmente temos levado às últimas consequências essa ideia e nos afastado também da sociedade e de setores importantes dela. Note, por exemplo, como ainda lidamos muito mal com temas sociais relevantes e necessários, como a Política, a Filosofia, etc. Mais uma vez reiteramos que “a Igreja deve contextualizar-se sem descaracterizar-se”. Esse diálogo é necessário. Essa aproximação é necessária. Como influenciaremos o mundo com esse padrão estabelecido por Jesus em Mateus 5 a 7 se nos fechamos em nós mesmos, em nossas liturgias e não procuramos alcançar a sociedade? Nota-se hoje, em muitas igrejas evangélicas, esse dualismo “cristão-sociedade”, que em grande medida não tem sido sadio, inclusive para nossos jovens. Convivemos com um discurso “esterilizante”. O jovem é incentivado ao ministério (e isso é ótimo, claro), mas encarando o trabalho e a formação profissional como algo sem importância e isso às vezes é até desestimulado nele. O jovem deve preparar-se para o futuro também, conforme ensinam as Escrituras (Ec 12.1ss). O trabalho não só pode, mas deve ser usado para glória de Deus. A Engenharia, a Psicologia, a Psicanálise, a Pedagogia, etc., precisam de cristãos atuando nelas e influenciando outros à partir de uma cosmovisão cristã, bíblica, em diálogo com essas áreas de conhecimento e atuação humanas”.

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