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Dízimo: praticar ou não?

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"De modo diferente de muitos evangelistas modernos, que tem enriquecido, Moody era homem simples e honesto no tocante ao dinheiro, como em tudo o mais. Não aceitava lucros. Todos os proventos das vendas do hinário de sua autoria e de Ira D. Sankey eram administrados por uma junta de encarregados e eram destinados principalmente para o sustento das escolas de Northfield. Aproximando-se o tempo de sua morte, Moody era homem relativamente pobre. Ele declarou: 'Minha esposa e meus filhos simplesmente terão de confiar no mesmo Deus em que tenho confiado'". R. N. Champlin. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. vol. 4: Candeia, 1991. p. 355.

Estimado leitor, compartilho com você uma resposta que dei a um amigo sobre a temático do Dízimo. Espero assim poder contribuir.
Há uma tendência atualmente de se enfatizar o dízimo como uma prática exclusiva do AT, o que a meu ver não encontra suporte bíblico algum. Repare que em Mateus 23.23, o que Jesus reprova não é a prática do dízimo em si, como fica claro em suas próprias palavras no texto: “… devíeis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas” (v. 23). Repare que Jesus chega mesmo a enfatizar a prática: “Devíeis fazer estas e aquelas”, em outras palavras. O problema é a atitude, não a prática; a intenção com que os fariseus dizimavam, não o ato de dizimar em si. Outro exemplo interessantíssimo é o que está em Hebreus capítulo 7, onde o autor usa a prática do dízimo para falar da superioridade de Cristo. Sem dúvida, o assunto em pauta não é tão bem desenvolvido no NT, mas certamente, ali citado. Portanto, particularmente, não vejo razão alguma para não praticarmos o dízimo. Embora o assunto não seja extensamente desenvolvido à luz do NT, a Bíblia também não traz absolutamente nenhuma indicação da cessação da prática. Por fim, recomendo a que assistam ao vídeo do pastor e teólogo Hernandes Dias sobre o assunto em pauta. Forte abraço a todos.
https://www.youtube.com/watch?v=C6TTz2HztVA

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5 Comentários

  1. Angelo Elpidio de Brito disse:

    Entendi bem o que o reverendo Hernandes Dias Lopes disse, mas discordo de sua colocação. Primeiro argumentando para defender a pratica simplesmente pelo fato de ele ter sido praticado antes da Lei, bom a guarda do sábado também foi, a circuncisão também foi. mas nem por isso praticamos qualquer uma dessas veterotestamentária. Pelo que intendo; mesmo “os Evangelhos” estando na segunda parte da Escritura, eles estão no período da Lei, por essa razão Jesus, quando curava um Judeu, ele o mandava oferecer o sacrifício determinado pela Lei, estaria ele então sancionando as praticas da Leis para nós gentios com isso? não, pois Jesus nunca fez isso com um gentio até por que os gentios não estavam obrigados a cumprirem a Lei, mas os Judeus sim. Por esta razão Jesus disse o que disse aos fariseus em Mt 23:23. O novo testamento trabalha com ofertas voluntárias.

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    • Obrigado Angelo por ler nosso texto e acessar nosso site. A despeito da nossa discordância quanto a este ponto, agradeço pela maneira respeitosa como expôs seu ponto de vista. Agradeço pela sua participação. Que Deus em Cristo Jesus possa abençoá-lo ricamente.

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      • Angelo Elpidio de Brito disse:

        Graça e Paz querido Roney. Fico feliz por ter lido meu comentário, e agradeço por ter comentado minha colocação. É claro que tenho muitas outras razões para entender que a pratica do dizimo da lei não se aplica mais ao cristão. É preciso dizer também que meso entendendo que a pratica do dizimo segundo a lei não mais se aplica a nós, eu mesmo colaboro com minhas contribuições para a manutenção ca obra do Senhor e sua Igreja.

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  2. Henrique disse:

    Concordo com o Angelo,e com todo respeito,acho o Roney bem intencionado mas muito fraco de Bíblia.

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    • Henrique, sua opinião é importante para nós. Mesmo sendo negativa em relação à mim (tanto é que eu autorizei seu comentário), mas penso que é mais elegante de nossa parte não avaliar as pessoas, e sua competência, mas sim discutir os argumentos à luz da Bíblia. Deus o abençoe!

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