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Divórcio, repúdio e a Igreja

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"De modo diferente de muitos evangelistas modernos, que tem enriquecido, Moody era homem simples e honesto no tocante ao dinheiro, como em tudo o mais. Não aceitava lucros. Todos os proventos das vendas do hinário de sua autoria e de Ira D. Sankey eram administrados por uma junta de encarregados e eram destinados principalmente para o sustento das escolas de Northfield. Aproximando-se o tempo de sua morte, Moody era homem relativamente pobre. Ele declarou: 'Minha esposa e meus filhos simplesmente terão de confiar no mesmo Deus em que tenho confiado'". R. N. Champlin. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. vol. 4: Candeia, 1991. p. 355.

Vários textos bíblicos precisam ser considerados quando falamos de divórcio. Na literatura apócrifa e em textos de Flavio Josefo também encontramos referências ao divórcio, inclusive em textos talmúdicos. Deuteronômio 24.1-4 e Mateus 19.1-9 são dois textos que estão estritamente relacionados, haja vista que este está discutindo o assunto à luz daquele. Um ponto muito debatido com relação aos textos é a expressão “algo que ele reprova” (NVI), ou “coisa feia[1]”, conforme a ARC, que aparece em Deuteronômio 24.1. O que seria essa coisa feia? De Vaux comenta que a “expressão é muito genérica e, na época rabínica, discutia-se vigorosamente sobre a abrangência dese texto”[2]. Dois importantes rabinos que viveram antes de Jesus, Hilel e Shammai, deram suas interpretações para o que viria a ser “coisa feia”, porém com perspectivas bem diferentes. Conflitantes mesmo. Hilel, mais liberal[3], entendia que “coisa feia” poderia ser até mesmo coisas triviais do dia a dia da convivência da mulher com o marido, como queimar a comida, por exemplo, e que isso seria uma justificativa suficiente para o homem dar carta de divórcio à sua esposa. Sammai, mais conservador, entendia que “coisa feia” era uma referência à infidelidade conjugal e má conduta e que nesse caso sim, o homem era livre para dar carta de divórcio à sua esposa. Todavia, se a interpretação de Hilel era abrangente demais, a de Shammai também errava na interpretação de “coisa feia”: “Certamente não pode significar adultério, pois isto acarretava a pena de morte” (THOMPSON, 1982, p. 233)

Em Mateus 19.1-9, quando os fariseus interpelam Jesus sobre tal problemática, são surpreendidos com Sua resposta, pois Ele não se preocupa em “entrar na discussão”, ou favorecer a escola de Hilel ou a escola de Shammai. Antes, Ele vai acima da discussão e toma o Gênesis como base para explicar a problemática do divórcio. O que era entendido pelos fariseus como uma espécie de dever, Jesus mostra que se tratava de uma concessão: “Perguntaram eles: ‘Então, por que Moisés mandou dar uma certidão de divórcio à mulher e mandá-la embora?’” (Mt 19.7). Jesus retruca afirmando que Moisés na verdade “permitiu” e isso por causa da “dureza de coração de vocês”. Assim, já podemos concluir com isso que uma permissão não indica, necessariamente, uma aprovação ou incentivo. O divórcio é visto por Jesus como uma anomalia ao que Deus estabeleceu: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’ e disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’?” (vv. 4,5), e no versículo oito Jesus é categórico: “Mas não foi assim desde o princípio…”. A causa-raiz do divórcio, indubitavelmente, é o pecado! Tal exposição de Jesus evidencia a maneira como os homens judeus lidavam com as mulheres. O interessante é considerar que o casamento era altamente valorizado pelos judeus, todavia, a realidade da sociedade judaica no primeiro século era bem diferente dessa valorização que se dava ao casamento. Barclay comenta:

 

[…] para a lei judaica a mulher era uma coisa. Pertencia a seu pai ou a seu marido, segundo o caso. Portanto, do ponto de vista técnico, carecia de todo direito legal. A maioria dos casamentos judeus eram arranjados pelos pais ou casamenteiros profissionais. Uma menina podia estar comprometida a casar-se desde a infância e em geral estava comprometida com um homem a quem jamais tinha visto. Tinha uma oportunidade: quando chegava aos doze anos podia repudiar o marido escolhido por seu pai. Mas quando se tratava de divórcios, toda a iniciativa devia ficar em mãos do marido. A lei estabelecia: “O homem pode divorciar-se de sua mulher com ou sem seu consentimento, mas a mulher só pode divorciar-se de seu marido com o consentimento dele”. A mulher nunca podia iniciar o processo de divórcio, não podia divorciar-se, tinha que seu marido divorciar-se dela. Havia algumas novidades. Se um homem se divorciava de sua mulher com qualquer pretexto, exceto o de imoralidade flagrante, devia lhe devolver o dote, e isto deve ter sido uma barreira para o divórcio irresponsável… na maioria dos casos, a lei estabelecia que a mulher não tinha nenhum direito legal e que o direito ao divórcio cabia totalmente a seu marido (BARCLAY, Mateus, p. 625).

 

É inegável que essas leis judaicas em muitos aspectos eram, notadamente, machistas. É inegável também que o discurso de Jesus vai contra, ainda que indutivamente, as práticas egoístas e desumanas dos homens judeus contra suas mulheres. Num certo sentido, Mateus 19.1-9 não é apenas um texto contra o repúdio, é também um texto a favor da dignidade da mulher.

Assim, o homem judeu despedia sua mulher por qualquer razão, baseado numa prescrição mosaica, ou melhor, na compreensão indevida que tinha a respeito dela. Como dito anteriormente, a pergunta pelo que viria a ser essa “coisa feia” era importantíssima por ser justamente o que justificava essa atitude em relação à mulher. É justamente no meio de uma complexa discussão e discordância rabínica que os fariseus queriam incluir Jesus ao lhe fazerem as perguntas de Mateus 19.3,7. Shammai entendia que “coisa feia”, indubitavelmente, era fornicação e essa seria a única razão para a permissão de um divórcio. Hilel, na outra extremidade, entendia que “coisa indecente” permitia ao homem:

 

[…] repudiar a sua mulher se lhe arruinava a comida, se não recolhia o cabelo, se falava com os homens na rua, se falava em forma desrespeitosa a respeito de seus sogros em presença de seu marido, se era uma mulher escandalosa cuja voz se podia ouvir da casa vizinha. O rabino Akiba ia mais longe e afirmava que a frase se ela não for agradável aos seus olhos significava que um homem podia repudiar a sua mulher se encontrava outra de quem gostava mais e a considerava mais bonita (BARCLAY, Mateus, pp. 627,28).

 

Jesus, respondendo então aos fariseus, afirma que a única exceção para o homem repudiar sua mulher era em caso de “imoralidade sexual” (NVI), que a ARC traduz por “prostituição”, em Mateus 19.9. Mas aqui urge fazer uma interrogação que geralmente é ignorada ou mesmo desconhecida por muitos que abordam a questão do divórcio em Mateus 19.1-9: repúdio é a mesma coisa que divórcio? É interessante considerar a rigidez de Jesus com a flexibilidade de Paulo em 1 Coríntios 7.15 onde ele abre um precedente para a separação do casal. Esse precedente para o divórcio é pontual: quando se trata de uma relação mista entre um cônjuge crente e o outro não e que o não crente opta por se separar. Mas não há nada neste capítulo que verse sobre o segundo casamento. Isso é fato e não podemos negar.

Um autor que tem trabalhado a questão da distinção entre repúdio e divórcio é Walter L. Callison. Basicamente, esse autor entende que as palavras nos originais para divórcio e repúdio são distintas, indicando também práticas com especifidades e propósitos distintos[4]. Abaixo, com base no que defende Callison, e em outros autores, segue de forma sintética o que seria o repúdio e o que seria o divórcio, à luz da Bíblia e da cultura judaica:

 

O repúdio

 

  • A mulher era despedida sem receber a carta de divórcio, uma espécie de documento que garantia alguns direitos à mulher, dentre eles o de casar novamente. Assim, sendo ela repudiada, era despedida sem direito a nada. Com efeito, Thompson comenta que por meio do divórcio, “o marido tinha que abrir mão do dote e talvez tivesse ainda que se envolver com outras restituições monetárias para sua ex-esposa” (THOMPSON, 1982, p. 234).
  • A palavra “repúdio”, no hebraico é shalach, diferente da palavra para “divórcio” que é keriythuwth. Assim, na compreensão de Callison, houve falha na tradução da palavra “repúdio”, como explica Brito:

Callison conclui… que a leitura das passagens que afirmam: “aquele que repudiar ou abandonar sua mulher”, por “aquele que divorciar de sua mulher” começou onde apoluo[5] foi traduzido erroneamente por “divórcio”. Isso ocorreu pela primeira vez, em 1611. A versão Standard Americana corrigiu o erro em 1901, mas nunca chegou a ser suficientemente popular para fazer muita diferença (BRITO, 2005, p. 77).

Considerações sobre o divórcio

  • Em hipótese alguma, o divórcio, à luz das Escrituras, é sequer incentivado. Por mais que admitamos que a tratativa de Jesus em Mateus 19.1-9 seja referente ao repúdio e não ao divórcio (admitindo assim a distinção entre as duas práticas), é inegável que Ele sai em defesa da indissolução da união conjugal, deixando claro que a vontade de Deus é que o casal permaneça unido, até o fim da vida: “Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (vv. 4-6).

Falando francamente!

 

Diante de tudo o que foi exposto acima, sobre o divórcio e o repúdio à luz das Escrituras, concluo que:

  • Muito do que hoje é ensinado em nossas denominações sobre como proceder com pessoas divorciadas não está de fato alicerçado nas Escrituras. A Bíblia não dá, definitivamente, uma “fórmula” pronta dizendo “faça assim” ou “faça isso” no que tange às inúmeras situações que envolvem um divórcio. Nosso dever é tratar a Bíblia com seriedade e honrá-la, observando seus princípios e procurando aplicá-los, mas reconhecer que os divorciados estão entre nós. Privá-los da comunhão com Deus e com a igreja local seria a saída diante dessa problemática? Há igrejas que não recebem casais que se uniram depois de um divórcio e privam-nos até da santa ceia do Senhor. Penso que tais medidas não encontram suporte bíblico algum e acabam por afastar ainda mais as pessoas nessa condição de uma vida na presença de Deus. É muito fácil dizer “não pode”, “não venha” ou “volte para o primeiro cônjuge”, até que você se senta de frente para um casal numa situação de divórcio, olha nos olhos e literalmente sente a complexidade da coisa…
  • Deus odeia o repúdio, permite o divórcio, no entanto o vê como uma anomalia ao Seu padrão estabelecido, não o ordena e perdoa os divorciados quando há arrependimento sincero! O divórcio, encarado assim, não é uma solução, não é uma saída; antes, é resultado do pecado humano e da desobediência aos preceitos do Senhor. Todavia, uma vez ocorrido na vida de uma pessoa, Deus por Sua imensa graça pode sim perdoar e abençoar essa pessoa, mesmo numa nova relação.
  • A Bíblia fala muito pouco sobre o segundo casamento. 1 Coríntios indica a separação, mas nada fala sobre o segundo casamento. Portanto, as “medidas” que são tomadas em muitas igrejas hoje no que tange a isso, não encontram suporte bíblico; são o resultado de adoções mais de cunho denominacional. Por exemplo: como afirmar com base bíblica que um casal que veio de um divórcio não pode tornar-se membro de uma igreja e ali servir a Cristo fielmente? Que texto bíblico posso usar para justificar tal medida? Com efeito, os únicos textos que indicam que o segundo casamento implica em adultério são os casos de Mateus 5.32 e 19.1-9, Marcos 10.11,12 e Lucas 16.18 que, em minha compreensão, estão lidando com a questão do repúdio e não do divórcio. Uma vez que a mulher era repudiada pelo marido, ela não estava legalmente separada dele, e daí Jesus dizer que quem casasse com a mulher repudiada cometia adultério (porque tecnicamente ela ainda estava casada!).
  • Atualmente, o divórcio vem sendo banalizado. As pessoas trocam de cônjuges sem considerarem a fundo as implicações disso para si mesmas, para o outro e para os filhos, que geralmente são os que mais sofrem com uma separação.
  • A Igreja de Cristo, definitivamente, deve desestimular o divórcio, sempre! Precisamos lutar pela família, nos moldes bíblicos e trabalhar pela sua consolidação. Nessa hora, o ensino bíblico sadio, ministrado na congregação, funciona como um importante aliado, no sentido de trazer sabedoria e instrução para as famílias viverem melhor, na presença de Deus.
  • Os casos de divórcio devem ser tratados pela liderança cristã caso a caso. As situações que envolvem o divórcio são muitas: abandono, adultério, violência doméstica, vícios, relacionamento misto (crente com não crente), entre outros. Em linhas gerais, deve-se considerar sempre se o divórcio se deu na condição de cristão ou não, pois uma vez cristão, a responsabilidade face a essa questão é, sem dúvida, muito maior.
  • Estou convencido de que, no caso de líderes cristãos, como pastores e obreiros, deve haver maior rigor na questão do divórcio. Aqui, faço minhas as palavras do Reverendo Augustus Nicodemus:

Afinal, qual a importância de um casamento sólido e duradouro para o ministério pastoral? Paulo escreveu que “é necessário que o bispo… seja esposo de uma só mulher” (1 Tm 3.2). Podemos interpretar essa passagem de duas ou três maneiras diferentes, mas todas elas, ao final, falam da necessidade de um casamento exemplar para os líderes cristãos. Creio que há vários pontos que podem ser mencionados aqui.

O primeiro é a paz e o sossego que um casamento estável oferece e que se refletem inevitavelmente na lide pastoral. O segundo ponto é o exemplo, para os filhos, se houver, e para os casais da igreja que pastoreia. Todos esperam que o casamento do pastor seja uma fonte de inspiração e exemplo. Casamentos que dão certo e duram a vida toda funcionam como uma espécie de referencial para os demais casamentos, especialmente se for o casamento do pastor.

O terceiro ponto é a questão da autoridade. Não era esse o receio de Paulo, que após ter pregado a outros não viesse ele mesmo a ser desqualificado? (1 Co 9.27). Qual a autoridade de um pastor divorciado já pela segunda ou terceira vez para exortar os maridos da sua igreja a amarem a esposa e a se sacrificar por ela? Essa história aconteceu com um pastor que foi colega meu de seminário. Certo dia, falando na igreja sobre os deveres do marido cristão, sua própria esposa se levantou no meio do povo e disse, “É tudo mentira, ele não faz nada disso em casa!”. O pastorado daquele colega acabou ali mesmo[6].

Se um líder cristão sofre uma tragédia como o divórcio e vem a se arrepender e deseja servir a Cristo, não temos o direito de impedi-lo disso. Aliás, nem deveríamos cogitar tal coisa! Todavia, convém que ele sirva como membro do corpo de Cristo, não liderando, pois do líder se requer mais. E isso é claro nas Escrituras. Mas mesmo aqui, é preciso retomar o que foi dito acima: o que ocasionou o divórcio desse líder? Conheço o caso de um pastor idôneo que foi traído grostescamente por sua ex-esposa, mais de uma vez, inclusive, e partiu para um segundo casamento, por entender que não seria possível conviver com a ex-esposa depois de tais fatos. Hoje, vive bem em seu atual relacionamento e pastoreia uma igreja, sendo aceito por suas ovelhas. A questão do divórcio, como vemos, não pode ser reduzida e tratada de maneira simplista, tipo 2 + 2 = 4. É sem dúvida um tema espinhoso para a Igreja, mas precisamos aceitar o fato de que os divorciados estão entre nós e a Igreja precisa recebê-los, acolhê-los, com amor e sabedoria e tratá-los. Aos divorciados que me lêem, peço que não se sintam ofendidos com a comparação que agora faço, mas penso que ela retrata bem essa questão: o divórcio na Igreja pode ser comparado a uma enfermidade que nos atinge, que não podemos evitar em todos os casos, mas nem por isso deixamos de tratar e algumas vezes, aprendemos a conviver com ela da melhor maneira possível.

Que Deus abençoe a todos os leitores!

Em Cristo,

Roney Ricardo.

[1] Ou “coisa indecente”, em outras versões.

[2] de VAUX, 2002, p. 57.

[3] Ou mais “abrangente” em sua definição de “coisa indecente” (cf. De VAUX, 2003, p. 57.

[4] cf. BRITO, 2005, p. 74s.

[5] A palavra grega apoluo significa “deixar de lado ou repudiar” é a palavra que os autores do NT, segundo Callison, usaram para referir-se à prática dos homens judeus de repudiarem suas esposas sem lhes dar carta de divórcio. Apoluo, portanto, é o equivalente do hebraico shalac, para “deixar” ou “repudiar”. Callison entende que Jesus usou a palavra “repúdio”, como está em Dt 24.1-4, e não “divórcio” (cf. BRITO, 2005, pp. 76,77).

[6] NICODEMUS, Augustus. Pastores, divórcio e novo casamento. Blog O Tempora, O Mores. Link: <http://tempora-mores.blogspot.com.br/2013/05/pastores-divorcio-e-novo-casamento.html&gt; Acesso em 29 nov. 2015.

REFERÊNCIAS

BRITO, Eurípedes P. Interação dos ritos e símbolos cristãos com a terapia narrativa no acompanhamento pastoral da família recasada. 2005. 252 f. Tese (Doutorado em Teologia) – Escola Superior de Teologia: Rio Grande do Sul: 2005.

de VAUX, Roland. Instituições de Israel no Antigo Testamento. Trad.: Daniel de Oliveira. São Paulo: Editora Teológica, 2003.

THOMPSON, J. A. Deuteronômio: introdução e comentário. Série Cultura Bíblica. São Paulo: Vida Nova, 1982.

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4 Comentários

  1. muinto bom para o meu crecimento
    cristao

    Curtido por 1 pessoa

  2. É esse tipo de visão e facilidade de entendimento que as igrejas precisam.
    Muito bom, excelente.
    Deus abençoe!

    Curtido por 1 pessoa

  3. Eduardo disse:

    Muito bom. Estava pesquisando sobre o assunto e esse conteúdo me ajudou a compreender mais sobre o assunto. Paz do Senhor Jesus!

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