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Conselhos…

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Para Pensarmos

"De modo diferente de muitos evangelistas modernos, que tem enriquecido, Moody era homem simples e honesto no tocante ao dinheiro, como em tudo o mais. Não aceitava lucros. Todos os proventos das vendas do hinário de sua autoria e de Ira D. Sankey eram administrados por uma junta de encarregados e eram destinados principalmente para o sustento das escolas de Northfield. Aproximando-se o tempo de sua morte, Moody era homem relativamente pobre. Ele declarou: 'Minha esposa e meus filhos simplesmente terão de confiar no mesmo Deus em que tenho confiado'". R. N. Champlin. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. vol. 4: Candeia, 1991. p. 355.
Na minha caminhada, ao longo dos anos, recebi e tenho recebido bons conselhos, e quero aqui compartilhar com vocês, especialmente com os mais jovens. E já digo de partida que NÃO acredito no adágio popular que afirma que “Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia!”. Bem, isso é mentira. Nem tudo que é gratuito é, necessariamente, ruim. Conselhos são um bom exemplo disso, pois por vezes tem origem em pessoas boas e que desejam o nosso bem. Abaixo, compartilho alguns que recebi desde a adolescência e que ainda guardo comigo:
Há muitos anos, ouvi de um conhecido, enquanto o ajudava numa mudança, que sempre ao sair de uma empresa, devemos nos esforçar para sair deixando sempre a porta aberta. Louvo ao Senhor pois sempre saí pela porta da frente nos lugares onde trabalhei. A vida dá voltas. Por vezes precisamos voltar à fonte onde antes bebíamos água.
De outro conhecido, ouvi que no ambiente de trabalho eu deveria sempre me aproximar dos melhores funcionários, geralmente os de mais idade, e procurar sempre aprender com eles. Esse também foi um ótimo conselho que muito me ajudou e ainda ajuda, pois, via de regra, trabalho com pessoas mais velhas que eu.
Da minha mãe ouvi várias vezes: “Meu filho, jamais diga que nunca fará isso ou aquilo. Pedro disse que não negaria Jesus e, no entanto, o fez por três vezes”. Havia grande discernimento na fala dela. Com efeito, a vida me mostrou que por vezes tropeçamos e estamos sujeitos e errar. Isso foi para mim, inclusive, um conselho que me levou, ao longo da vida, a refletir sobre a misericórdia para com aqueles que pecam.
Da minha mãe ainda ouvi diversas vezes: “Meu filho, não seja salgado demais. Todo crente salgado demais, quando comete um pecado, sente-se incapaz de continuar sendo crente e acaba abandonando a fé”. Ela tinha razão! Por trás de um radical que se posiciona como detentor da verdade e da santidade, se esconde, por vezes, um grande pecador e intolerante para com o próximo. É como aprendemos na Psicanálise: as pessoas por vezes criticam os outros para esconder seus próprios erros e recalques.
De um pastor, um grande amigo, ouvi que um ministro de Cristo é um servo, e isso apenas. Eu ainda era adolescente quando escutei estas palavras, mas elas ainda ecoam em meus ouvidos. Ele me dizia com uma propriedade que não consigo esquecer, que o ministro é o “servo inferior”, “o remador inferior”, mas que a Igreja estava mudando isso e passando a encarar o ministro como alguém superior, acima dos outros.
E claro, eu poderia citar diversos outros conselhos importantes, mas termino com um que foi decisivo para minha formação: amar e obedecer aos princípios da Palavra de Deus. Ela sim é fonte inesgotável de conselhos profundos e que tocam nossa realidade, hoje.
Deus o abençoe!
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